Ciência

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Uma vez por semana, os temas que marcam a actualidade científica são aqui descodificados.

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Resumen del episodio

O Museu de História Natural de Paris organiza uma exposição para celebrar os seus 400 anos em que estão expostas obras de mais de 120 artistas. Estes artistas frequentaram o museu, inspiraram-se nas plantas e animais que aí viram e produziram obras tendo como ponto de partida este museu nos últimos séculos e são agora expostos para alertar para os perigos da extinção e das alterações climáticas. Em 1626, o rei Luís XIII, muito interessado pela botânica, cria um jardim real dedicado ao cultivo e estudo das plantas medicinais à proximidade do Palácio do Louvre, então residência oficial dos monarcas franceses. 400 anos depois estes jardins são ainda hoje conhecidos como o Jardim das Plantas, mas deram lugar ao Museu de História Natural de Paris que têm como principal função abrigar, expor e descodificar as ciências humanas, dos animais, das plantas ou a geologia para cientistas e visitantes. Para celebrar os quatro séculos de história, o Museu, ou Museum como é conhecido em França, decidiu levar a cabo uma…

Episodios

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Arte e ciência, uma simbiose em exposição no Museu de História Natural de Paris

O Museu de História Natural de Paris organiza uma exposição para celebrar os seus 400 anos em que estão expostas obras de mais de 120 artistas. Estes artistas frequentaram o museu, inspiraram-se nas plantas e animais que aí viram e produziram obras tendo como ponto de partida este museu nos últimos séculos e são agora expostos para alertar para os perigos da extinção e das alterações climáticas. Em 1626, o rei Luís XIII, muito interessado pela botânica, cria um jardim real dedicado ao cultivo e estudo das plantas medicinais à proximidade do Palácio do Louvre, então residência oficial dos monarcas franceses. 400 anos depois estes jardins são ainda hoje conhecidos como o Jardim das Plantas, mas deram lugar ao Museu de História Natural de Paris que têm como principal função abrigar, expor e descodificar as ciências humanas, dos animais, das plantas ou a geologia para cientistas e visitantes. Para celebrar os quatro séculos de história, o Museu, ou Museum como é conhecido em França, decidiu levar a cabo uma…

19 oct. 2026
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Cancro da mama é a segunda causa de morte em Moçambique

Assinala-se o Outubro Rosa, um mês dedicado à prevenção do cancro da mama, que continua a representar um importante problema de saúde pública em Moçambique. Leia Liquidão, presidente da Associação Moçambicana Outubro Rosa, refere que o cancro da mama é a segunda causa de morte entre as mulheres no país e afirma que o diagnóstico tardio é um dos principais responsáveis por esta realidade. Em Moçambique, o cancro da mama continua a ser uma das principais causas de morte entre as mulheres. Qual é a situação actual? Em Moçambique, segundo as últimas estatísticas, o cancro da mama continua a ser a segunda maior causa de morte entre as mulheres, depois do cancro do colo do útero. Isto leva-nos a afirmar, com mais certeza, que ainda há muito trabalho a fazer no que diz respeito à prevenção, à consciencialização e à importância do diagnóstico precoce desta doença. De acordo com as estatísticas o cancro da mama atinge cerca de 2 mil mulheres, cerca de 800 acabam por morrer. Esta continua a ser uma grande preocupação…

13 oct. 2026
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Moçambique: 42% das adolescentes grávidas em Quelimane ficaram infelizes ao saber da gravidez

Cerca de 24,5% das mulheres grávidas inquiridas em Quelimane disseram não ter ficado felizes quando souberam da gravidez, os dados são de um estudo do Centro de Investigação em Saúde de Manhiça (CISM). Entre adolescentes, a percentagem sobe para 42,2%. O estudo analisou 1.546 mulheres grávidas, acompanhadas entre 2023 e 2024 no distrito de Quelimane, província da Zambézia. O estudo sobre o estado emocional da mulher grávida foi liderado pelo demógrafo Ariel Nhacolo, investigador do Centro de Investigação em Saúde de Manhiça. Para Ariel Nhacolo o resultado mostra que a realidade das gravidezes em Quelimane é mais complexa do que a ideia de que a maternidade é sempre desejada. “É um número grande, muito alto”, mas os resultados são semelhantes aos encontrados noutros estudos realizados em países da África subsaariana. Entre as principais razões apresentadas pelas mulheres que não ficaram felizes estão a falta de planeamento da gravidez, com cerca de 30%, a gravidez não desejada, com 26,5%, e o medo das…

05 oct. 2026
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Alemanha, França e Países Baixos definem prazos para o fim dos combustíveis fósseis

Nos últimos meses, três países europeus fixaram calendários para deixar os combustíveis fósseis. A Alemanha apontou para 2045 e os Países Baixos para 2050. Já a França definiu uma data para cada combustível. Os planos passam pelo investimento nas energias renováveis e pela electrificação dos transportes, dos edifícios e da indústria. O objectivo é cumprir os compromissos climáticos e reforçar a segurança energética. Nos últimos meses, três países europeus fixaram calendários para deixar os combustíveis fósseis. A Alemanha, na quarta-feira, 23 de Setembro, aponta para 2045. Também em Setembro, os Países Baixos tinham apontado para 2050. Já a França, em Abril, definiu uma data para cada combustível: 2030 para o carvão, 2045 para o petróleo e 2050 para o gás. Todos apostam na electrificação dos transportes, dos edifícios e da indústria, para a descarbonização, ou seja, deixar de depender de combustíveis fósseis, como o petróleo, o gás e o carvão, para reduzir ou eliminar as emissões de gases com efeito de…

30 sep. 2026
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"El Niño pode ter consequências muito duradouras" para a população moçambicana

O fenómeno climático El Niño tem repercussões mundiais, especialmente em África e, sobretudo, em Moçambique. De facto, Moçambique, um dos países mais expostos às catástrofes climáticas, faz parte dos alvos mais preocupantes deste fenómeno, de acordo com as Nações Unidas. A Organização Meteorológica Mundial avança que o El Niño terá, este ano, uma forte intensidade. Para o investigador Bernardino Nhantumbo, do Instituto Nacional moçambicano de Meteorologia e associado à Universidade do Cabo, o fenómeno El Niño pode traduzir-se em "chuvas abaixo do normal nas regiões Sul e Centro do país e chuvas acima do normal na região Norte do país". Ou seja, um mesmo fenómeno tem impactos muito diferentes consoante as regiões. Daí a importância, aponta o investigador, de não se focar simplesmente em mitigar as consequências da seca ou das inundações de forma isolada. Toda a região da África Austral está fortemente exposta a fenómenos climáticos extremos, mas a localização de Moçambique apresenta certas características que…

21 sep. 2026